Que o Nosso Olhar Não se Acostume às Ausências
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Adicionar ao CarrinhoA mistura de um Nordeste que carrega como raiz, ao tempo em que agita seus galhos/olhos/alma por ambientes urbanos e cosmopolitas, internos ou do mundo, revelando em crônicas, prosas poéticas e poemas de pés-quebrados, o seu próprio olhar para questões como os amores e afetos desenvolvidos e (re)construídos, a violência e o feminicídio objetivo ou simbólico, a maternidade solo, o genocídio do povo negro e o racismo engendrado numa sociedade que diz incluir, mas exclui ao fugir o olhar aos corpos negros, ausentando-lhes os privilégios da branquitude.
Categorias:
- Literatura Negra